Depois de 34 dias de internação -- a quarta desde a alta da unidade de TMO --, Lucca passou o primeiro final de semana em casa. Diferente do que ocorreu nas altas anteriores, desta vez, há que se dizer: ele não deixou o Einstein estando 100% recuperado.
É verdade que Lucca está muito-muito-muito melhor. Seu quadro clínico é bom e seu estado geral de saúde, bastante estável. O adenovírus e o BK-vírus ainda permanecem positivados no organismo dele, assim como os lactobacillus identificados na secreção colhidas em seus seios da face. O tratamento está em curso mas ainda não foi suficiente para zerar as febres -- ontem de manhã, por exemplo, por volta de 5h40, ele fez um 37,8oC... A boa notícia é que agora a temperatura estpa baixando rápido.
A decisão da equipe médica por esta alta levou em consideração esse cenário geral, a favorável condição física do Lucca, mas, principalmente, a enorme ansiedade dele por voltar pra casa, pra sua rotina e para o convívio diário com os irmãos, Marccão e Lella. Ele queria muito sair do hospital. Acho que, nem nos tempos de internação no TMO (quando teve de enfrentar 46 dias de isolamento por conta do risco de contato com o mundo externo), nem naquele momento, ele esteve tão interessado em sair do hospital....
E olha que eu, as enfermeiras, a terapeuta dele, os médicos de forma geral, os amiguinhos, todos fizemos de tudo pra tornar a estada menos 'pesada'. Mas ficou notório: com o passar dos dias, ele ia ficando cada vez mais intolerante com aquela rotina de internação.
Em casa, ele não esconde o quanto gosta de poder jogar seus jogos, brincar com seus brinquedos e com seus irmãos, comer churrasquinho de picanha (rsrsrs...), assistir TV em seu próprio quarto.... E vibra, feliz da vida, a cada vez que coloca o termômetro e ele marca menos de 37oC. Sua carinha de satisfação com isso tudo é impagável!
Ao mesmo tempo, é delicioso ver a felicidade dos meus outros dois filhotes por estarmos juntos em casa. A Lella sempre diz: "nossa, mami, é muito legal o Lucca fora do hospital porque a gente vive nossa vida de familia". E hoje vivemos um domingo típico: ficamos os quatro em casa, fizemos as refeições juntos, assistimos Didi na TV, brincamos de videogame, arrumamos roupas e armários, pintamos, descemos um pouquinho pra brincar no plauground do condomínio, enfim..... a doçura da simplicidade da vida, e a dádiva de podermos desfrutá-la com saúde.
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domingo, 5 de julho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Lellinha completa 6 anos hoje
Hoje, 12 de junho, é um dia em que um monte de casaisinhos apaixonados aqui no Brasil celebram o amor e brindam o Dia dos Namorados. Prá mim, a comemoração é outra: há exatos seis anos, nascia minha princesa, Lellinha, que é a caçula da família -- e a mais 'sapequinha' também! rsrs.....
O ano era 2002, outubro... Menstruação atrasada (e isso não era praxe...). Faço um teste desses de farmácia. Um risquinho indicaria exame negativo; dois, positivo. Resolvi checar. Se tivessem três risquinhos, certamente essa marca que teria aparecido, dada a rapidez que o resultado ficou pronto. No mesmo dia, corro pro consultório do meu médico para solicitar um exame laboratorial (Beta-HCG). À noite, a confirmação. Eu estava gravidíssima! Quarta gestação (a primeira, perdi espontaneamente bem no comecinho...).
Por fatores variados, saber dessa gravidez foi um susto.
Eu tinha dois bebês pequeninhos: Lucca estava com 2 anos e 3 meses, e o Marccão ainda ia fazer 1 aninho no mês seguinte. Estávamos nós três morando temporariamente na casa dos meus pais porque Marcelo e eu estavámos em processo de dissolução do nosso casamento. Sim, eu soube da gravidez da Marcella três dias depois que assinei a separação judicial no fórum João Mendes, aqui em São Paulo. Esse era um processo que vinha se arrastando desde julho, em meio a muitas brigas e discussões e a alguns momentos de revival, em que tentamos nos acertar. Um deles, em setembro, foi quando Marcelo me chamou pra passar um final de semana com ele na casa que tínhamos em Bertioga. Desse revival nasceu a nossa princesa, loira, de olhos azuis.
Daí digo que foi um susto, sim, mas um susto com consequência maravilhosa!
Nada mudou em relação à separação -- naquele momento, Marcelo não queria voltar. Eu também não queria voltar só pela gravidez. Lucca, Marcco, eu e a Marcella na barriga ainda ficamos na casa dos meus pais por mais alguns meses até que consegui alugar um apartamento ali perto. Marcelo voltou a morar com a gente no Carnaval de 2003 e em 12/6 a Marcella veio ao mundo. Veio como um presente mesmo, um novo sopro de esperança. Eu quis crer que ela seria aquela luzinha que faria a família da gente brilhar junta de novo.
E foi. E é. Ainda é. Meus três filhos são. E sempre serão. A despeito de eu e o pai deles termos casado de novo (no papel!) e nos separado de novo. A verdade é que continuaremos sempre ligados por conta dessas três jóias raras que Deus nos deu. E que vou agradecer e enaltecer pra sempre.
Cada um dos nossos três filhotes tem suas particularidades, seus encantos, suas birras, suas graças, sua identidade e força. Lucca é o dengo em pessoa. Marccão, a braveza. E a Lella, ah, essa, eu sempre digo, é a mais 'figura' dos três. É, sem dúvida, a mais bem resolvida ahahahah....
"Mamãe, meu anjo, você não pode chorar na frente do Lucca senão vai deixar ele triste" ou "Mami, você não quer casar nunca mais? Mas nuuunca mais mesmo? Ai meu Deus do céu.... E vai ficar o reeeesto da vida sem beijar na boca???". Essas são algumas das 'pérolas' que ela já soltou, assim, cheia de graça, de espontaneidade, cheia de charme.
No intervalos das verdadeiras aulas de maturidade que ela dá prá todos nós, pense também nessa bichinha brava, encrenqueira, que provoca os irmãos até, e os faz de gato-e-sapato. Um azougue, como diriam nossos avós hehehe....Mas a encrenca dela é do bem!
O que tem de pimentinha, ela tem de vaidosa. Essa menina, que ama brilhos labiais, adora se empetecar na frente do espelho, e faz seus próprios penteados, é mais do que luz. É força. A cada dia vejo ela tinha mesmo que vir a esse mundo prá dar graça e sentido a tudo!!
O ano era 2002, outubro... Menstruação atrasada (e isso não era praxe...). Faço um teste desses de farmácia. Um risquinho indicaria exame negativo; dois, positivo. Resolvi checar. Se tivessem três risquinhos, certamente essa marca que teria aparecido, dada a rapidez que o resultado ficou pronto. No mesmo dia, corro pro consultório do meu médico para solicitar um exame laboratorial (Beta-HCG). À noite, a confirmação. Eu estava gravidíssima! Quarta gestação (a primeira, perdi espontaneamente bem no comecinho...).
Por fatores variados, saber dessa gravidez foi um susto.
Eu tinha dois bebês pequeninhos: Lucca estava com 2 anos e 3 meses, e o Marccão ainda ia fazer 1 aninho no mês seguinte. Estávamos nós três morando temporariamente na casa dos meus pais porque Marcelo e eu estavámos em processo de dissolução do nosso casamento. Sim, eu soube da gravidez da Marcella três dias depois que assinei a separação judicial no fórum João Mendes, aqui em São Paulo. Esse era um processo que vinha se arrastando desde julho, em meio a muitas brigas e discussões e a alguns momentos de revival, em que tentamos nos acertar. Um deles, em setembro, foi quando Marcelo me chamou pra passar um final de semana com ele na casa que tínhamos em Bertioga. Desse revival nasceu a nossa princesa, loira, de olhos azuis.
Daí digo que foi um susto, sim, mas um susto com consequência maravilhosa!
Nada mudou em relação à separação -- naquele momento, Marcelo não queria voltar. Eu também não queria voltar só pela gravidez. Lucca, Marcco, eu e a Marcella na barriga ainda ficamos na casa dos meus pais por mais alguns meses até que consegui alugar um apartamento ali perto. Marcelo voltou a morar com a gente no Carnaval de 2003 e em 12/6 a Marcella veio ao mundo. Veio como um presente mesmo, um novo sopro de esperança. Eu quis crer que ela seria aquela luzinha que faria a família da gente brilhar junta de novo.
E foi. E é. Ainda é. Meus três filhos são. E sempre serão. A despeito de eu e o pai deles termos casado de novo (no papel!) e nos separado de novo. A verdade é que continuaremos sempre ligados por conta dessas três jóias raras que Deus nos deu. E que vou agradecer e enaltecer pra sempre.
Cada um dos nossos três filhotes tem suas particularidades, seus encantos, suas birras, suas graças, sua identidade e força. Lucca é o dengo em pessoa. Marccão, a braveza. E a Lella, ah, essa, eu sempre digo, é a mais 'figura' dos três. É, sem dúvida, a mais bem resolvida ahahahah....
"Mamãe, meu anjo, você não pode chorar na frente do Lucca senão vai deixar ele triste" ou "Mami, você não quer casar nunca mais? Mas nuuunca mais mesmo? Ai meu Deus do céu.... E vai ficar o reeeesto da vida sem beijar na boca???". Essas são algumas das 'pérolas' que ela já soltou, assim, cheia de graça, de espontaneidade, cheia de charme.
No intervalos das verdadeiras aulas de maturidade que ela dá prá todos nós, pense também nessa bichinha brava, encrenqueira, que provoca os irmãos até, e os faz de gato-e-sapato. Um azougue, como diriam nossos avós hehehe....Mas a encrenca dela é do bem!
O que tem de pimentinha, ela tem de vaidosa. Essa menina, que ama brilhos labiais, adora se empetecar na frente do espelho, e faz seus próprios penteados, é mais do que luz. É força. A cada dia vejo ela tinha mesmo que vir a esse mundo prá dar graça e sentido a tudo!!
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